<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>AGP</title>
	<atom:link href="http://www.agp.org.br/index.php/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.agp.org.br</link>
	<description>A Associação dos Geólogos de Pernambuco - AGP foi fundada em 31 de março de 1964, sendo a primeira diretoria liderada pelo Geólogo Luis Siqueira.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 02 May 2012 11:31:54 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>O novo boom da exploração mineral e o Brasil</title>
		<link>http://www.agp.org.br/index.php/2012/05/o-novo-boom-da-exploracao-mineral-e-o-brasil/</link>
		<comments>http://www.agp.org.br/index.php/2012/05/o-novo-boom-da-exploracao-mineral-e-o-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 May 2012 11:31:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geonotícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agp.org.br/?p=1236</guid>
		<description><![CDATA[A exaustão de muitas minas antigas juntamente com o crescimento da economia mundial e, principalmente, da China está forçando as mineradoras à um novo ciclo de exploração mineral. Para podermos entender um boom exploratório como o que se inicia, evitando [&#8230;]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A exaustão de muitas minas antigas juntamente com o crescimento da economia mundial e, principalmente, da China está forçando as mineradoras à um novo ciclo de exploração mineral.</p>
<p>Para podermos entender um boom exploratório como o que se inicia, evitando a repetição dos erros passados, é importante revermos os conceitos e a história.</p>
<p>A exploração mineral no Brasil</p>
<p>Nas últimas décadas o Brasil passou por várias fases exploratórias distintas. Todas ditadas pelo mercado mundial e pelas suas expectativas. A evolução foi drástica. Mudaram as commodities , a metodologia, a tecnologia, os enfoques, a estratégia e a eficiência. Independente dessa imensa evolução ainda é necessário o mais importante: o ser humano que irá digerir e transformar todos estes parâmetros em uma descoberta: o exploracionista.</p>
<p>Carajás e o seu impacto na exploração mineral brasileira</p>
<p>No nosso país, o grande divisor de águas na exploração mineral foi, sem sombra de dúvidas, a descoberta da Província Mineral de Carajás.</p>
<p>Até então os principais levantamentos brasileiros constituíam-se em projetos de mapeamento geológico direcionados a embasar os trabalhos exploratórios subsequentes. A busca de petróleo na Amazônia, a descoberta de manganês na Serra do Navio, do estanho de Rondônia e da bauxita do Trombetas são os fatores determinantes que pavimentaram a descoberta maior que só ocorreu 1967.</p>
<p>Foi lá, em Carajás, que a história mudou.</p>
<p>Nesta época, década de 60, as multinacionais americanas, como a Union Carbide e a US Steel, haviam invadido a Amazônia em busca de manganês. Foi um caso clássico de serendipity que até hoje é discutido nas fogueiras dos acampamentos.</p>
<p>A US Steel, comandada pelo excepcional Gene Tolbert, chegou primeiro ao topo da Serra e a descoberta da maior jazida de ferro de alto teor do planeta foi feita.</p>
<p>Poucos anos depois, por intermédio de uma empresa, fruto direto de Carajás, a Terraservice, o Brasil ingressou na fase exploratória tecnológica e que, pela primeira vez, vimos a aplicação de métodos exploratórios regionais que combinavam a geologia, a geoquímica de sedimentos de corrente e a geofísica aérea. Por incrível que pareça as primeiras anomalias significativas de cobre e ouro em Carajás, efetuadas por essa metodologia exploratória, são as mesmas que geraram os depósitos de ouro e cobre do Igarapé Bahia, Salobo, Alemão e Sossego (estes três últimos ainda não entraram em produção).</p>
<p>Era o acerto da equação mais importante na exploração mineral: o homem certo no lugar certo usando o método certo.</p>
<p>A Terraservice, que alguns anos mais tarde se transformaria em Docegeo, foi a primeira grande empresa de exploração mineral do Brasil e, provavelmente, uma das maiores e melhores do mundo naquela época.</p>
<p>A empresa, criada pelo mesmo Gene Tolbert de Carajás, para ser o braço exploratório da CVRD nasceu gigante, ambiciosa e vencedora. O próprio Tolbert pessoalmente entrevistou e contratou a maioria de um dos mais seletos grupos de consultores e de geólogos de exploração que o Brasil viu. A idéia era, simplesmente ambiciosa, atacar a Amazônia, o Centro-Oeste, o Centro e o Nordeste.</p>
<p>Tudo ao mesmo tempo.</p>
<p>Para realizar tal feito foram contratados, a peso de ouro, os consultores Australianos, Peruanos e Americanos cujo principal papel seria o de implantar o maior e mais avançado programa exploratório que o país havia visto, transferindo o know-how para a equipe brasileira que seria, em 3 anos, a base da Docegeo.</p>
<p>Em pouquíssimos anos o País se transformou e a década de 70 viu a melhor fase da exploração mineral brasileira. Assim como no Canadá de hoje, a exploração mineral simplesmente entrou em ebulição.</p>
<p>De um lado o Governo, por meio do DNPM, da CPRM, Radam e da Petrobras e do outro a Docegeo, as grandes multinacionais como a Shell, INCO, De Beers, Anglo American e outras dezenas de empresas mineradoras se digladiavam em busca de novas anomalias e novas descobertas em todo o território nacional. O geólogo de exploração era uma commodity rara e muito bem paga.</p>
<p>Foi quando o Brasil teve o seu território coberto por imagens de Radar e por mapeamentos geológicos regionais enquanto o Governo criava projetos pioneiros de geoquímica-geofísica e geologia em cooperação com o países como o Canadá. Tempos áureos.</p>
<p><a href="http://www.geologo.com.br/novoboomdaexploracao.asp" target="_blank">Leia mais</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agp.org.br/index.php/2012/05/o-novo-boom-da-exploracao-mineral-e-o-brasil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>DALGEO comemora maio mês do(a) Geólogo(a)</title>
		<link>http://www.agp.org.br/index.php/2012/05/dalgeo-comemora-maio-mes-doa-geologoa/</link>
		<comments>http://www.agp.org.br/index.php/2012/05/dalgeo-comemora-maio-mes-doa-geologoa/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 May 2012 11:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geonotícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agp.org.br/?p=1233</guid>
		<description><![CDATA[30 de maio – DIA DO GEÓLOGO. É com enorme felicidade que elaboramos para você uma programação especial para o mês de Maio. Como todos sabem dia 30 DE MAIO comemora-se internacionalmente o dia do Geólogo. Levantamos em uma de [&#8230;]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>30 de maio – DIA DO GEÓLOGO.<br />
É com enorme felicidade que elaboramos para você uma programação especial para o mês de Maio. Como todos sabem dia 30 DE MAIO comemora-se internacionalmente o dia do Geólogo.</p>
<p>Levantamos em uma de nossas reuniões com os alunos do curso de Geologia, propostas para a comemoração deste marco, no qual ficou decidido em conjunto que a melhor data para a comemoração nesse ano seria no DIA 25 DE MAIO, que cai numa sexta-feira, levando em consideração que o dia seria marcado por uma série de palestras e encontros promovidos pelo DALGEO em parceria com o DGEO, com profissionais que estão atuando no mercado de trabalho, e o encerramento das comemorações seria com uma festa em nosso DALGEO.</p>
<p>Para darmos por iniciada as atividades comemorativas a cerca deste mês tão especial para nós, o DALGEO inicia o mesmo com uma série de reportagens sobre o tema PROFISSÃO: Geólogo! Durante todo o mês de MAIO estaremos com uma programação especial no GEOCINE, com vídeos e relatos que marcaram a consolidação deste profissional tão importante para a sociedade, venha conferir!</p>
<p>Paralelamente no mural de avisos do diretório estaremos sempre com notícias voltadas ao tema bem como no grupo do Facebook (geólogos (as) UFPE.) estaremos sempre inserindo informações importantes sobre novidades sobre a programação do dia, assim que tudo estiver definido. No mais, segue abaixo entrevista com o ex-aluno do curso de Geologia da UFPE, Breno Marinho de Araújo Barbosa.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agp.org.br/index.php/2012/05/dalgeo-comemora-maio-mes-doa-geologoa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>MINERAÇÃO E CULTURA TECNOLÓGICA NACIONAL</title>
		<link>http://www.agp.org.br/index.php/2012/04/mineracao-e-cultura-tecnologica-nacional/</link>
		<comments>http://www.agp.org.br/index.php/2012/04/mineracao-e-cultura-tecnologica-nacional/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 16:45:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geonotícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agp.org.br/?p=1227</guid>
		<description><![CDATA[Introdução Cultura tecnológica nacional não é apenas construir um carro, é também trocar de lado o volante e o sentido do trânsito, como fez Inglaterra no começo do século XX, preservando a sua indústria e mercado, inclusive nas suas colônias [&#8230;]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Introdução<br />
Cultura tecnológica nacional não é apenas construir um carro, é também trocar de lado o volante e o sentido do trânsito, como fez Inglaterra no começo do século XX, preservando a sua indústria e mercado, inclusive nas suas colônias da época. A autoridade pública deve impor decisões políticas acima dos argumentos meramente técnicos ou econômicos, muitas vezes subjetivos, angelicalmente “científicos” e nos dias de hoje, segundo orientações globais de um poder econômico distante física e conceitualmente dos interesses nacionais. A decisão de construir plataformas para exploração submarina de petróleo nos estaleiros nacionais foi uma ótima decisão política do Governo Brasileiro (em grande parte devido ao fato da PETROBRÁS ser estatal); e esta atitude pode estender-se à revitalização do parque ferroviário e a outras áreas básicas da indústria e da tecnologia nacional, entre elas: a Mineração.<br />
O Negócio Mineral<br />
Durante os anos 90 houve pouco ou quase nenhum investimento na área produtiva de mineração no Brasil, mas muito dinheiro circulou de mão em mão, agrupando-se os produtores em grandes corporações, privatizando a CVRD e outras movimentações de compra e venda entre grupos acionários, como no caso dos Fosfatos e outras áreas (CSN, MBR e outras); parecia o preparo para uma grande investida. Por outro lado, após uma série completa do exercício da cadeia alimentar entre os fabricantes, no começo do século XXI consolidou-se um monopólio ligado à fabricação de equipamentos de beneficiamento, principalmente de cominuição, que são os mais caros. As fábricas nacionais de equipamentos de mineração caíram na mão de empresas globais.<br />
Enormes negócios minerais são esperados para o Brasil nestes próximos anos e, se o governo brasileiro não tomar uma atitude, esses projetos serão direcionados por engenharia externa, o dinheiro dos investimentos produtivos continuará saindo para fabricantes internacionais; as usinas serão construídas do jeito que o projetista-alfaiate costurou (cada alfaiate faz uma usina diferente) e o minério será transportado por vagões fabricados no exterior.<br />
Enquanto Isso<br />
Todos os novos projetos minerais possíveis de serem implantados nos próximos anos no Brasil, já foram estudados pelo governo dos EUA e do Canadá, auxiliados por técnicos brasileiros com “carteirinha” green-card. As informações podiam (até pouco tempo atrás) ser lidas no site: www.stat-usa.gov ou também procurando na Internet qualquer informação sobre “mining projects in Brazil”. O governo Canadense possui o seu representante local para ajudar a desenvolver negócios minerais. A China “ameaça” fazer de tudo por um preço mais barato. Recentemente, o estado australiano de Queensland instalou em Belo Horizonte o seu quarto escritório nas Américas, para os setores da mineração e siderurgia. A indústria mineral brasileira e suas instituições de classe parecem estar apenas observando esta avalanche de possibilidades.<br />
Novos engenheiros, dependendo da sua universidade, projetam usinas diferentes, em função da cultura tecnológica que os seus professores adquiriram em outros países, repassando conhecimentos, mas sem aguçar o sentido crítico dos seus alunos nem propiciar o desenvolvimento interno da melhor tecnologia para a realidade brasileira.<br />
MINERAÇÃO E CULTURA TECNOLÓGICA NACIONAL<br />
Projetos vizinhos de um mesmo minério são implantados com culturas diferentes, dependendo da vertente cultural da universidade onde o projetista se formou. Moagem convencional se contrasta com moinhos SAG, tratando minério similar, poucos quilômetros ao lado, gastando o SAG quase o dobro de energia.<br />
O negócio mineral foi sublimado até alturas onde transitam apenas economistas e banqueiros. A turma do macacão e capacete é comprimida dentro dos 20 ou 30 dólares do custo operacional, insignificante em comparação ao atual preço das commodities. O dinheiro é investido em função de garantia bancária, da credibilidade do assinante e da vaidade de quem aparece perante o mercado como investidor de fachada. Em circunstância que o dinheiro vem realmente de senhoras aposentadas de países desenvolvidos, que nem sabem que o projeto poderia ter sido feito pela metade do preço.</p>
<p><a href="http://engenhariademinasnews.com/site/padrao/4001" target="_blank">Leia mais</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agp.org.br/index.php/2012/04/mineracao-e-cultura-tecnologica-nacional/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Áreas de risco de Pernambuco serão mapeadas pelo Governo Federal</title>
		<link>http://www.agp.org.br/index.php/2012/04/areas-de-risco-de-pernambuco-serao-mapeadas-pelo-governo-federal/</link>
		<comments>http://www.agp.org.br/index.php/2012/04/areas-de-risco-de-pernambuco-serao-mapeadas-pelo-governo-federal/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 11:29:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geonotícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agp.org.br/?p=1221</guid>
		<description><![CDATA[O Serviço Geológico do Brasil, ligado ao Ministério de Minas e Energia, iniciou uma força-tarefa em 19 municípios de Pernambuco com o objetivo de identificar as principais áreas de risco de deslizamentos e enchentes. Em entrevista à Rádio CBN Recife [&#8230;]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Serviço Geológico do Brasil, ligado ao Ministério de Minas e Energia, iniciou uma força-tarefa em 19 municípios de Pernambuco com o objetivo de identificar as principais áreas de risco de deslizamentos e enchentes.</p>
<p>Em entrevista à Rádio CBN Recife na manhã desta quarta-feira (11), a professora do departamento de Geologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e integrante da força-tarefa, Margarete Alheiros, informou que a iniciativa conta com a participação de 44 geólogos. &#8220;Para realizar o mapeamento contamos com a ajuda dos profissionais da Defesa Civil local&#8221;, explicou. Confira a íntegra da entrevista <a href="http://ne10.uol.com.br/canal/cotidiano/grande-recife/noticia/2012/04/11/areas-de-risco-de-pernambuco-serao-mapeadas-pelo-governo-federal-337025.php" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agp.org.br/index.php/2012/04/areas-de-risco-de-pernambuco-serao-mapeadas-pelo-governo-federal/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Geólogo baiano descobre reserva de terras raras de US$ 8,4 bi</title>
		<link>http://www.agp.org.br/index.php/2012/04/geologo-baiano-descobre-reserva-de-terras-raras-de-us-84-bi/</link>
		<comments>http://www.agp.org.br/index.php/2012/04/geologo-baiano-descobre-reserva-de-terras-raras-de-us-84-bi/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 02:39:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geonotícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agp.org.br/?p=1216</guid>
		<description><![CDATA[Nova empresa de João Cavalcanti, ex-sócio de Eike Batista, encontra depósito gigante com 28 milhões de toneladas de neodímio Nos últimos tempos, ele só veste preto, que considera a cor do poder. Conserva barba e cabelos brancos, está sempre de [&#8230;]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nova empresa de João Cavalcanti, ex-sócio de Eike Batista, encontra depósito gigante com 28 milhões de toneladas de neodímio</p>
<p>Nos últimos tempos, ele só veste preto, que considera a cor do poder. Conserva barba e cabelos brancos, está sempre de óculos escuros, se diz místico e já foi chamado pelo The New York Timescomo ‘o geólogo que fala com o cosmo’. É frequentemente citado como um dos 20 brasileiros mais ricos, mas garante que a imprensa exagera quando o chama de bilionário. “Isso é balela, sou um batalhador”, afirma o empreendedor baiano João Carlos Cavalcanti, o JC, conhecido no mundo da geologia como o ‘farejador de minérios’ depois de ter descoberto minas gigantes de fosfato, ferro e níquel ao lado de sócios como Daniel Dantas, Eike Batista e os Ermírio de Moraes, donos do grupo Votorantim.<br />
Após a parceria com Dantas, que diz ter sido positiva na estruturação da empresa de pesquisa mineral do banqueiro do Opportunity, a GME4, Cavalcanti criou a World Mineral Resources Participações S.A. (WMR). Agora, um ano após a estrutura a companhia, afirma ter encontrado na Bahia uma reserva estimada em 28 milhões de toneladas de neodímio – um dos 17 elementos que compõe o grupo de minerais chamado terras raras, usados em equipamentos de alta tecnologia, como carros elétricos, smartphones e tablets. &#8220;É a primeira descoberta de neodímio no Brasil similar ao maior depósito do mundo, que é Baotu, na China. Encontramos teores de concentração semelhantes ao neodímio chinês, com 12,75%. O da China está com 12%, 14% de concentração”, diz o geólogo.</p>
<p>As terras raras têm se valorizado no mercado internacional após a China estabelecer cotas para exportação do insumo estratégico para a indústria de alta tecnologia, em represália ao embargo de navios de carga pelo Japão em 2009. “O preço do neodímio hoje está US$ 300 mil a tonelada”, observa. Caso as 28 milhões de toneladas sejam extraídas e vendidas no valor citado por Cavalcanti, a reserva poderia render US$ 8,4 bilhões.</p>
<p><a href="http://estudandogeologia.blogspot.com.br/2012/04/geologo-baiano-descobre-reserva-de.html" target="_blank">Leia mais</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agp.org.br/index.php/2012/04/geologo-baiano-descobre-reserva-de-terras-raras-de-us-84-bi/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>CRH/PE &#8211; CTAS/PE</title>
		<link>http://www.agp.org.br/index.php/2012/04/crhpe-ctaspe/</link>
		<comments>http://www.agp.org.br/index.php/2012/04/crhpe-ctaspe/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 01:50:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geonotícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agp.org.br/?p=1213</guid>
		<description><![CDATA[Clique aqui e confira as atividades para o ano de 2012 &#160; &#160; &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Clique <a href="http://www.agp.org.br/wp-content/uploads/2012/04/CTAS-Agenda_de_Atividades_2012.pdf" target="_blank">aqui</a> e confira as atividades para o ano de 2012</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agp.org.br/index.php/2012/04/crhpe-ctaspe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Geólogos cobram sinalização de arrecifes</title>
		<link>http://www.agp.org.br/index.php/2012/04/geologos-arrecifes-cobram-sinalizacao-de-arrecifes/</link>
		<comments>http://www.agp.org.br/index.php/2012/04/geologos-arrecifes-cobram-sinalizacao-de-arrecifes/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Apr 2012 05:18:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geonotícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agp.org.br/?p=1201</guid>
		<description><![CDATA[FORMAÇÃO ROCHOSA Prefeitura do Recife ignora recomendação feita pela Comissão de Sítios Geológicos e Paleológicos para colocação de placas indicativas na orla e no arenito Cinco anos depois de reconhecido como sítio geológico, um trecho de quatro quilômetros de arrecifes [&#8230;]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>FORMAÇÃO ROCHOSA Prefeitura do Recife ignora recomendação feita pela Comissão de Sítios Geológicos e Paleológicos para colocação de placas indicativas na orla e no arenito</p>
<p>Cinco anos depois de reconhecido como sítio geológico, um trecho de quatro quilômetros de arrecifes do litoral recifense continua sem sinalização. A colocação de placas indicativas é uma das recomendações da Comissão Brasileira de Sítios Geológicos e Paleológicos (Sigep), que confere o título no País.</p>
<p>Os arrecifes, que se estendem do Marco Zero a Boa Viagem, são registros geológicos de antigas praias. Datados de 7.310 anos a 5.430 anos, se constituem em estruturas naturais de pedra e deram nome à cidade. É que o topônimo Recife vem da palavra árabe ar-racif, que significa calçada ou caminho do mar.</p>
<p>Equipe de cientistas que elaboraram a proposta, aprovada em 2007, apresentou à Prefeitura do Recife projeto que prevê a implantação de, pelo menos, seis placas. Com dados como origem, composição e importância dos arrecifes, seriam afixadas sobre as pedras e na faixa de areia da praia.</p>
<p>A Secretaria de Turismo do Recife (Setur) confirma ter recebido cópia do projeto, mas não considera os arrecifes um atrativo turístico. “A Capela Dourada, a Oficina Brennand ou o Instituto Ricardo Brennand são. Os arrecifes têm importância ambiental, por isso orientamos os geólogos a procurarem a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, e não a de Turismo”, explica o diretor da Setur, Renato Barbosa.</p>
<p>A recomendação dos cientistas é que os painéis interpretativos contenham dados geológicos e históricos dos arrecifes. “Esse tipo de sinalização já é uma realidade em sítios geológicos da Bahia, Rio Grande do Norte, Paraná e Rio de Janeiro. Esperamos que Pernambuco também considere como patrimônio sua riqueza geológica”, diz a paleontóloga Alcina Barreto, professora do Departamento de Geologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).<br />
Sugerimos que o painel, além da importância histórica e geológica, indique que o nível do mar era cerca de um metro mais alto há seis mil anos atrás”, detalha a pesquisadora.</p>
<p>A geóloga Hortência Barbosa, da unidade da Companhia de Pesquisa e Recursos Minerais (CPRM) em Pernambuco, lembra que os arrecifes são considerados paleopraias. “São marcas do movimento de transgressão e regressão marinha, formados ao longo de milhares de anos”, descreve a cientista.</p>
<p>De acordo com Alcina, a escolha dos arrecifes de arenito de Pernambuco para a lista da Sigep se deveu à importância geológica, geoturística e pedagógica. A linha de praia, diz ela, não só definiu a localização do porto como deu origem ao nome da cidade.</p>
<p>FORMAÇÃO</p>
<p>A idade estimada do arenito no trecho do Buraco da Velha, na Praia de Brasília Teimosa, é de 7.310 anos, podendo ter uma variação de 105 anos para mais ou para menos, tendo como referência o ano de 1950 (utilizado nas datações feitas pela técnica do carbono 14). Em Boa Viagem, na área próxima ao Edifício Acaiaca, o tempo da rocha é calculado em 5.430 anos, com variação de 40 anos.</p>
<p>Os portugueses usaram os arrecifes porque era a única rocha disponível na época”, comenta Alcina Barreto. Vestígios do emprego dessa rocha podem ser vistos em paredes do Paço Alfândega, no Bairro do Recife, e na escada da Basílica de Nossa Senhora do Carmo, em Santo Antônio, também no Centro.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.jc.com.br">Jornal do Comércio</a> ( 06/04/2012 &#8211; Caderno: Cidades | Seção: Ciência/Meio Ambiente )</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agp.org.br/index.php/2012/04/geologos-arrecifes-cobram-sinalizacao-de-arrecifes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Com a presença do Ministério de Minas e Energia, Clube debate os novos rumos do setor mineral nacional</title>
		<link>http://www.agp.org.br/index.php/2012/04/com-a-presenca-do-ministerio-de-minas-e-energia-clube-debate-os-novos-rumos-do-setor-mineral-nacional/</link>
		<comments>http://www.agp.org.br/index.php/2012/04/com-a-presenca-do-ministerio-de-minas-e-energia-clube-debate-os-novos-rumos-do-setor-mineral-nacional/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Apr 2012 15:49:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geonotícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agp.org.br/?p=1198</guid>
		<description><![CDATA[O desenvolvimento estratégico do Brasil por meio da gestão racional de seus bens naturais, com foco na reversão dos ganhos para o povo brasileiro, tem sido pauta de interesse crescente graças à descoberta do pré-sal. Outra riqueza comparável ao petróleo [&#8230;]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O desenvolvimento estratégico do Brasil por meio da gestão racional de seus bens naturais, com foco na reversão dos ganhos para o povo brasileiro, tem sido pauta de interesse crescente graças à descoberta do pré-sal. Outra riqueza comparável ao petróleo – as reservas minerais do país – foi tema de debate na manhã do dia 3 de abril no auditório da presidência do Clube de Engenharia. Os projetos de lei que tramitam no Legislativo para regular o setor – o Marco Regulatório, a criação da Agência Nacional de Mineração (e extinção do DNPM) e a alteração dos mecanismos de recolhimento de royalties (CFEM) – foram apresentados e explicados por Claudio Scliar, secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia.</p>
<p>Embora o país tenha destaque na extração mundial de minério, sendo o primeiro no ranking dos players globais no mercado do Nióbio e da Grafita, segundo em Ferro, Tântalo e Manganês e o terceiro em Bauxita, segundo Scliar, o país precisa avançar com a legislação específica para enfrentar problemas que ameaçam seriamente o aproveitamento da extração mineral pelo povo brasileiro. &#8220;O papel da mineração na balança comercial é fundamental, mas é preciso atentar para o fato de que dos 45,1 bilhões que exportamos por ano, 41,8 bilhões é de um único mineral: o Ferro. Nos tornamos um país monomineral. Além disso, estudos do Fundo Monetário Internacional sobre as participações governamentais na extração de minérios apontam o Brasil em último lugar&#8221;, alertou.</p>
<p>Outro ponto levantado pelo Secretário é que o Código de Mineração de 1977, da forma como foi implementado, acabou por tornar a área mineral um setor muito aberto, sem políticas e definições claras. &#8220;É necessário romper as amarras legais e atualizar a legislação para dar oportunidade àqueles que querem, de fato, investir e pesquisar para que o país usufrua das suas riquezas&#8221;. O Almirante Roberto Gama e Silva, um dos debatedores da mesa – que também contou com o presidente Francis Bogossian e Paulo Sérgio Moreira Sales, do CETEM –, ressaltou a importância de se olhar para a extração mineral com mais respeito e cuidado: &#8220;O Brasil tem sido muito caridoso com as empresas estrangeiras, que usam livremente o nosso subsolo. É preciso conservar essa riqueza em mãos brasileiras, em empresas com sede no país e capital nacional. É estúpido exportar em quantidade e desperdiçar a oportunidade de beneficiar e vender por preços melhores um bem que é exaurível e pertence ao povo</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.clubedeengenharia.org.br/novo/niobio_claudio.php" target="_blank">Clube de Engenharia</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agp.org.br/index.php/2012/04/com-a-presenca-do-ministerio-de-minas-e-energia-clube-debate-os-novos-rumos-do-setor-mineral-nacional/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Seminario Internacional &#8211; &#8220;Alem da sustentabilidade&#8221;</title>
		<link>http://www.agp.org.br/index.php/2012/04/seminario-internacional-alem-da-sustentabilidade/</link>
		<comments>http://www.agp.org.br/index.php/2012/04/seminario-internacional-alem-da-sustentabilidade/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Apr 2012 13:37:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geoeventos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agp.org.br/?p=1191</guid>
		<description><![CDATA[SEMINÁRIO INTERNACIONAL ALÉM DA SUSTENTABILIDADE Local: Recife &#8211; PE Data: 16/04/2012 à 18/04/2012 Para maiores informações acesse o site da ABRAMPA: &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SEMINÁRIO INTERNACIONAL ALÉM DA SUSTENTABILIDADE</p>
<p>Local: Recife &#8211; PE<br />
Data: 16/04/2012 à 18/04/2012</p>
<p>Para maiores informações acesse o site da <a href="http://www.abrampa.org.br/eventos_listar.php?idEvento=135#" target="_blank">ABRAMPA</a>:</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agp.org.br/index.php/2012/04/seminario-internacional-alem-da-sustentabilidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Especialistas dão dicas para a publicação de artigos científicos</title>
		<link>http://www.agp.org.br/index.php/2012/03/especialistas-dao-dicas-para-a-publicacao-de-artigos-cientificos/</link>
		<comments>http://www.agp.org.br/index.php/2012/03/especialistas-dao-dicas-para-a-publicacao-de-artigos-cientificos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 01:37:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geonotícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agp.org.br/?p=1182</guid>
		<description><![CDATA[Agência FAPESP – Editores de revistas científicas procuram trabalhos com resultados inéditos, escritos em inglês claro e conciso e que despertem interesse em seu grupo de leitores. Artigos que abordam temas quentes do momento levam vantagem, pois têm mais chance de [&#8230;]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Agência FAPESP</strong> – Editores de revistas científicas procuram trabalhos com resultados inéditos, escritos em inglês claro e conciso e que despertem interesse em seu grupo de leitores. Artigos que abordam temas quentes do momento levam vantagem, pois têm mais chance de serem citados em futuras pesquisas e de contribuírem para aumentar o fator de impacto do periódico.</p>
<p>Essas foram algumas das dicas apresentadas por Daniel McGowan, diretor do Grupo Edanz, durante o workshop “How to Write for and Get Published in Scientific Journals”, realizado no dia 16 de março pela FAPESP e pela editora científica Springer.</p>
<p>Desde 1990, o número de artigos submetidos para revisão teve um aumento 100% superior ao do número de novos periódicos, segundo dados do Grupo Edanz, empresa de consultoria na área. Com o crescimento da competição, de acordo com McGowan, “o mínimo que os editores esperam é ciência de qualidade e linguagem adequada”.</p>
<p>“A pesquisa brasileira é boa, mas vejo dois grandes desafios a serem superados pelos pesquisadores do país: a dificuldade com a língua inglesa e a falta de entendimento de como deve se estruturado um artigo científico. Muitos parecem não saber o que colocar na introdução, na discussão e na conclusão do trabalho”, disse McGowan à Agência FAPESP.</p>
<p>Durante sua <strong><a href="http://www.fapesp.br/eventos/2012/03/howtowrite/daniel.pdf" target="_blank">apresentação</a></strong> no workshop, McGowan explorou o tema e deu exemplos de como estruturar um resumo, como inserir tabelas, gráficos e figuras no texto, como formatar referências e escolher o título e como elaborar uma carta de apresentação ao editor. Deu também dicas sobre o tempo verbal mais adequado nas diferentes situações e recomendou aos cientistas redigir frases na voz ativa e deixar sempre o sujeito da oração perto do verbo.</p>
<p>“Grande parte das pessoas que vão ler o artigo científico também não tem o inglês como primeira língua. O que elas desejam é ler rapidamente, apenas uma vez e conseguir entender a lógica do pesquisador”, destacou.</p>
<p><a href="http://agencia.fapesp.br/15344" target="_blank">Leia mais</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agp.org.br/index.php/2012/03/especialistas-dao-dicas-para-a-publicacao-de-artigos-cientificos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

